Washington, 12 (AE-ANSA) - Frases racistas e anti-semitas rabiscadas nos muros de um hospital de Illinois foram feitas por alguém geralmente acima de qualquer suspeita: uma freira franciscana de 66 anos.
A monja Dorothy Toman, em serviço no centro médico Saint Joseph de Joliet, foi detida em meio a uma onda de indignação provocada pelos disparos de um racista em uma creche judia de Los Angeles.
"Ela confessou de imediato, mas disse que queria apenas descobrir como o hospital reagiria diante de uma campanha de ódio racial, disse o capitão de polícia James Grace.
Liberada depois do pagamento de uma fiança de apenas US$ 100, a freira agora corre o risco de ser condenada a um ano de prisão por danos cometidos no hospital.

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