Curitiba, 4 (AE) - Estas são as principais declarações feitas na manhã de hoje pelos governadores presentes ao encontro em Curitiba (PR): "Se ninguém levantar a questão da guerra fiscal eu levantarei, porque está na hora de falarmos sobre essa questão diretamente"
do governador do Mato Grosso, Dante de Oliveira (PSDB) "Isso só vai deixar de existir quando o governo começar a taxar o consumo, onde o cidadão compra; enquanto permanecer a diferença de tributação na origem, esse problema da guerra fiscal continuará existindo", do governador Anthony Garotinho (PDT-RJ) "A guerra fiscal não serve a ninguém, portanto temos de ter outra política, que passa pela reforma tributária e desenvolvimento pelo País a fora", do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra (PT) "Conflitos como esses são quase que naturais para uma federação
porque só não existe guerra fiscal num estado unitário; mas acho que devemos aproveitar com criatividade as novas oportunidades do turismo, da agricultura, da pequena e média empresa e das exportações", do governador de Santa Catarina, Espiridião Amim (PPB) "Não vou responder nenhuma acusação de terrorismo fiscal, já passei dessa fase há anos; vocês querem saber o que diz a lei do ICMS e as problemas causados pela guerra fiscal ou discutir palavras?", do governador de São Paulo, Mário Covas (PSDB) "Esta é uma guerra legítima e justa e vamos continuar desenvolvendo o meu Estado; não podemos aceitar que exista tanta desigualdade num país democrático", do governador da Bahia, César Borges (PFL)

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