''Sou inquieta, áspera e desesperançada, embora amor dentro de mim eu tenha''

''Quando comecei a cantar, era uma pessoa mais quieta, que subia no palco e se transformava. Agora, mudei: meu jeito no dia-a-dia é igual ao do palco.''

''Foi ele (Cazuza) quem me deu coragem de cantar do meu jeito, sem técnica, berrando e chorando.''

''Ele (seu filho) me disse que eu não cantava, berrava. Eu ficava em agonia sempre que ouvia os meus discos, não gostava muito e acho que ele tinha a mesma sensação.''

''Aprendi tudo o que sei com os Beatles.''

''João Gilberto é um cara único, o difícil é aguentar os seguidores. Eu não suportava aquela história de todo mundo com banquinho e violão...''

''Todo mundo é marginal. Ninguém vive com dignidade, de acordo com o que merece.''

''Acham que homossexualismo é defeito de fábrica. Mas isso não me atinge, não fico preocupada com o que vão achar.''

''No palco eu nunca tive vergonha. Eu tinha medo de errar, de não dar conta de fazer. Timidez eu tenho de ser apresentada para as pessoas que eu não conheço. Quanto às caretas, eu sou assim mesmo. Agora, quando eu cuspo, chuto, eu estou representando um personagem.''

''Não tenho nada com Deus, nada com Cristo, nada com nada. Mas, quando criança, fui boa filha, exemplo da família, era católica, de grupo jovem.''

''Hoje em dia não gosto mais de fazer isso. Fico muito mais louca careta. Não achava que precisava disso para cantar, mas ia de onda. Era o frisson da galera, todo mundo ia'' (depoimento de 1993 sobre drogas e álcool)

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