Agência Folha
Ontem, o francês Yves Harlin não reconheceu nenhuma das fotos de taxistas fichados na polícia como sendo um dos dois criminosos que teriam matado a sua mulher, Martine Halin. A reconstituição do crime, que começou na noite de anteontem, durou cerca de seis horas. Ele não conseguiu localizar os caixas eletrônicos onde foram feitos saques da conta do casal. Até ontem, o Consulado da França não havia apresentado os documentos necessários para a liberação do corpo de Martine.

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