Franca desenvolve distrito industrial 'high tech'
indústrias e prestadoras de serviço, com rede de fibras óticas diretas em back bone da Telefônica. "O empresário que opta por instalar sua unidade em um Technopark acaba tendo pelo menos 50% de redução no seus custos, por conta do compartilhamento de serviços de segurança, tecnologia e uma série de outros", disse. A expectativa para Campinas é de ocupar o espaço com cerca de 70 empresas que deverão gerar no total cerca de 5 mil empregos diretos. A escolha por Franca, segundo ele, se deve principalmente ao potencial de crescimento apresentado pelo município, sobretudo após a desvalorizaçao do Real, que deverá permitir nos próximos anos o desenvolvimento da indústria calçadista local no mercado internacional. A Technopark, fundação que é formada ainda pela Hines, empresa norteamericana de marketing e pela Graber, responsável pelo sistema de segurança do projeto, além da DPaschoal, estuda além de Franca a possibilidade de instalar outras unidades no estado, mas nao revela o nome do município. "Estamos avaliando áreas e discutindo o potencial de algumas cidades em atrair novos investimentos", disse ele.Por Kelly Lima Ribeirão Preto (SP), 7 (AE) - O município de Franca está sendo alvo de um projeto de viabilidade econômica para se tornar a sede do segundo Technopark, empreendimento semelhante a um distrito industrial que já está funcionando em Campinas (SP) desde agosto passado. Integrantes do empreendimento em Campinas estiveram em Franca durante esta semana avaliando a possibilidade de desenvolvimento do projeto no município. O estudo de viabilidade sócio-econômica deve ficar pronto em 60 dias. A expectativa é de instalar o Technopark em uma área de 800 mil metros quadrados, que integra a Fazenda São João, pertencente ao Grupo DPaschoal, principal empreendedor do projeto Technopark. O investimento em Franca seria de aproximadamente R$ 20 milhoes na estrutura do local para receber empresas de portes variados. "Temos interesse em atender desde a empresa de médio porte que se interessa pelo projeto para reduzir seus custos, como em empresas de fora que procurem uma área com boa localizaçao e facilidades estratégicas para seus negócios", explicou o diretor de planejamento da Technopark, José Luiz Guazzelli, de Campinas. Segundo ele, o projeto deverá levar entre dois a três anos para sair do papel para a venda dos lotes. Em Campinas, pelo menos 20% da área de 524 mil metros quadrados já foi comercializada com grupos como Bosch ou Mc Donalds e Choice Atlantic. As vendas estao acontecendo em lotes que variam de 1,6 mil a 40 mil metros quadrados. O investimento feito em Campinas pelo grupo Dpaschoal foi de R$ 10 milhoes para dotar o local, além da infra-estrutura básica, de água e esgoto tratados, com edifícios high tech para empresas





