Fotoprotetor não é garantia para exposição
Usar o fotoprotetor não é ''passaporte'' para tomar sol. ''É um jeito de se proteger, mas não quer dizer que pode tomar sol. Toda vez que a pessoa se bronzeia é porque o sol já agrediu o núcleo da célula. O bronzeado é a resposta do organismo a um dano provocado'', alerta a dermatologista Lígia Martin, de Londrina.
Não quer dizer também que não se deve ir à praia ou à piscina. ''Mas, o ideal é que a pessoa volte do mesmo jeito que foi, pois o efeito nocivo do sol não desaparece no final do verão com o bronzeado'', afirma. Para se proteger, o recomendado é frequentar praias e piscinas até as 10 horas e depois das 16 horas, e ainda usar guarda-sol, boné e óculos.
Consciente da necessidade de se proteger contra o sol, a auxiliar administrativa Sandra Lígia Merede Motta, de 34 anos, usa o protetor solar todos os dias no filho, Guilherme Merede Motta, de 5 anos. ''Ele é muito branquinho e se não passar fica com queimadura. Foram vários testes até chegar a um protetor que não desse alergia. Ele usa desde os sete meses, quando o pediatra liberou'', conta. Antes de ir para a escola ou de sair de casa, Guilherme já sabe - é preciso passar o protetor. Ele não reclama e até já aprendeu a passar em si mesmo. (C.P.)





