O fornecedor das bistecas congeladas negou que a mercadoria tenha sido vendida com o prazo de validade vencido. Segundo o administrador do mercado, Sílvio Giovanni, a aquisição das carnes pela UEM foi feita antes da semana em que a universidade entrou em recesso. '' A UEM pediu para que a carne fosse armazenada no supermercado até que as atividades fossem retomadas'', alega Giovanni.
A vigilância informa que o simples fato do supermercado ter congelado uma mercadoria que era para estar apenas refrigerada já configura irregularidade passível de notificação. Já as costelas teriam sido entregues por outro fornecedor.
A reportagem solicitou informações sobre quem teria sido o fornecedor das costelas, mas não obteve resposta da UEM. Também foi solicitado à universidade que encaminhasse cópias do empenho e do recibo das carnes para comparar as quantidades entregues e as apreendidas para determinar se existe possibilidade do produto ter sido consumido pelos alunos, mas a UEM não as enviou. (V.O.)

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