Psicóloga e diretora de uma escola infantil em Londrina, Márcia Storto procurou na terapia floral uma forma menos agressiva para ajudá-la com uma insônia crônica.
  Ela conta que sempre teve problemas para dormir, e que desde criança a agitação permeava sua vida. Na infância, teve inclusive que tomar ansiolíticos para tratar a insônia. Na época o problema foi resolvido, mas já adulta e com o estresse da vida diária, se viu de novo às voltas com o problema.
  O fato de precisar de ansiolíticos incomodava Márcia, até porque, com formação psicanalítica, ela queria tratar as causas do problema e não apenas o sintoma. Além disso, o medicamento alopático trazia outros inconvenientes: ‘‘com o ansiolítico, a gente acorda com o corpo formigando, não descansa legal, é como se fosse uma ressaca’’.
  Com os florais, a diferença foi grande: ‘‘Com o floral você consegue dormir relaxada, e é capaz de voltar a dormir se alguma coisa te acordar. Consegui diminuir minha ansiedade e voltei até a sonhar. E ele não age só no sono, mas em outros fatores da vida’’, atesta. Hoje, ela até encaminha pacientes para a terapia floral. ‘‘Acho que a terapia psicológica e a floral se completam’’, opina.
  A dona de casa Renata de Lara Leitão Itimura é outra entusiasta do uso de florais: ‘‘Há anos uso floral, e acho que ajuda a equilibrar, dar uma harmonizada no organismo’’. Ela está usando medicamentos convencionais para tratar um hipertiroidismo, mas conta com a ajuda dos florais para ‘‘acelerar o processo’’. (C.P.)

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