Força-tarefa define ação contra pirataria
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 03 de outubro de 2006
Luciano Augusto<br> Reportagem Local 
A força-tarefa criada para combater o comércio de ''produtos piratas'' em Londrina se reuniu ontem na Associação Comercial e Industrial (Acil) na tentativa de que todos as partes tenham atuações convergentes. O que se constatou foi que até hoje as autoridades atacaram o problema cada qual em uma frente enquanto os comerciantes de piratas se organizavam. Um exemplo é o caderno apreendido com um ambulante de CV e DVD pirateados que revela um faturamento diário de R$ 250,00.
Na reunião foi definida realização de blitze em pontos de venda de piratas; conferência com as ONGs de ambulantes; aglutinação de mais entidades contra a pirataria. ''Há a necessidade de Londrina exercer seu papel porque até agora houve uma liberdade muito grande. Acho que essas ações vão ter reflexos logo'', disse o presidente da Acil, Rubens Benedito Augusto.
O delegado-chefe da Polícia Civil, Sérgio Barroso, defendeu um esforço conjunto de fiscalização e conscientização antes da repressão. O problema é que o Município conta apenas com 16 fiscais para toda a cidade. O representante da Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (Adepi), Caetano Branco, reforçou que os camelódromos são a maior prova da organização dos ambulantes.


