A Folha de Londrina/Folha do Paraná concorre no dia 29 ao Destaque Regional Sul do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. Mais de 650 trabalhos foram inscritos nessa segunda edição do prêmio. A Folha está entre os jornais favoritos para receber o destaque regional pelo contínuo esforço de reportagem que vem realizando em defesa dos direitos da criança e do adolescente.
O prêmio é patrocinado pelo Instituto Ayrton Senna, em parceria com a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi). A meta é reconhecer e estimular a participação dos veículos (jornais, revistas, rádios e TV) e profissionais de comunicação na divulgação de ações que contribuam de forma efetiva para a solução dos problemas relacionados às crianças e adolescentes brasileiros.
Dos 650 trabalhos inscritos em todo o País, 50 disputam a final do GP Ayrton Senna de Jornalismo nas seguintes categorias: Fotografia; Estudante de Comunicação; Rádio; Revista; Jornal; Busca de Soluções Mídia Impressa; Destaque Educação Mídia Impressa; Televisão; Busca de Soluções Mídia Eletrônica; e Destaque Educação Mídia Eletrônica.
Além dessas categorias, o Instituto Ayrton Senna e a Andi vão premiar jornais, rádios, TVs e revistas de cada região do Brasil que se destacaram no ano passado na cobertura jornalística com temas relacionados à infância.
‘‘Disputar a final do Destaque Regional Sul do GP Ayrton Senna de Jornalismo é o reconhecimento de que estamos no caminho certo. Investimos nos temas relacionados à infância porque acreditamos que podemos mudar o presente para melhorar o futuro. Não pensamos nas crianças e nos adolescentes como consumidores e leitores em potencial. Vemos neles os cidadãos do futuro, que podem ser agentes da transformação para a melhoria do nosso país. É por isso que o tema infância é sempre destaque em nosso jornal’’, afirma o diretor-superintendente da Folha, João Antônio Vieira Filho.
O jornalista João Arruda, editor-chefe da Folha, afirma que o trabalho de reportagem do jornal relacionado à infância é permanente. ‘‘Diariamente, nossos repórteres estão atentos aos assuntos relativos à criança. É assim em Londrina, Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel, Maringá, Campo Mourão, Foz do Iguaçu. Isso garante aos leitores do jornal uma visão ampla e completa de como a questão está sendo tratada em todo o Estado’’, destaca. ‘‘Os temas relacionados aos direitos da criança e do adolescente devem merecer a máxima atenção de todos, e em especial dos veículos de comunicação, que têm a missão de contribuir decisivamente para mudar o quadro atual’’, acrescenta Arruda.
Entre os temas relacionados à infância que têm encontrado maior espaço nas páginas da Folha estão a violência a que são submetidos crianças e adolescentes, direitos e justiça, saúde, educação, drogas, exploração e abuso sexual, e políticas públicas. ‘‘Nossa preocupação não é apenas a de fazer denúncias. Temos mostrado aos leitores paranaenses experiências positivas, como da Chácara Padre Eduardo Michelis, em Mandirituba, onde 23 ex-meninos de rua vivem como uma família. Relatar trabalhos como esse é abrir a possibilidade de multiplicar soluções’’, revela a jornalista Mari Tortato, chefe de Redação da Folha em Curitiba.
Ação direta O trabalho da Folha de Londrina/Folha do Paraná na defesa dos direitos da criança e do adolescente vai além da ação jornalística. A Folha é pioneira com o Projeto Cidadania, através do qual crianças de todo o
Paraná utilizam o jornal como material didático nas salas de aula. ‘‘O Projeto Cidadania existe desde 1994. Trata-se de uma ação educacional que ajuda na formação dos futuros cidadãos paranaenses que hoje estudam na rede pública de ensino. Sob o lema ‘Ler para Ser’, o Projeto Cidadania já beneficiou mais de 100 mil alunos de 1º e 2º Graus. Isso também revela nossa preocupação e nosso compromisso com a infância’’, aponta a diretora da Folha, Regina Kracik Teixeira.
Outro aspecto importante e pioneiro do Projeto Cidadania é a parceria mantida pela Folha com outras empresas, que financiam parte dos jornais distribuídos diariamente às escolas. Esse projeto tem estimulado nos estudantes o hábito da leitura, ampliando o vocabulário, desenvolvendo o espírito crítico, treinando o poder de síntese e reprodução de informações, despertando o gosto pela pesquisa e integrando o aluno no contexto da cidadania.
‘‘Experiências como essas são sempre levadas em consideração quando entidades de credibilidade, como o Instituto Ayrton Senna e a Andi, avaliam o desempenho da mídia no atendimento às questões relativas à infância em nosso País’’, conclui Regina Teixeira.Arquivo FolhaJoão Vieira, superintendente da Folha: ‘‘Crianças são sempre destaque’’Da Redação

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