Amanda tem apenas oito anos de idade, e cinco que ''venceu'' um câncer. ''Graças a Deus ela está bem, hoje é uma criança normal'', afirma a mãe Zenilda Aparecida Marques de Jesus, de 32 anos.
Foi a perda de peso contínua, com dois anos e 11 meses de idade, o que chamou a atenção da mãe. ''Levei para o médico, que achou que era uma virose. Outro, depois de alguns exames, suspeitou de meningite. Dois meses depois, quando ela foi encaminhada para o HU (Hospital Universitário), tinha 'picos' de vômito''.
Quando foi diagnosticada com um tumor no cérebro, chamado meduloblastoma, a menina foi internada e passou por duas cirurgias, com intervalo de uma semana entre uma e outra. Depois passou por cobaltoterapia. Agora está bem, como qualquer outra criança da sua idade e uma vez por ano retorna ao médico só para os exames de controle. ''A gente que é mãe nunca acha que o filho vai ter uma doença grave. Foi um susto bem grande'', lembra Zenilda.
Susto que a dona de casa Angélica Barbosa Muraro, de 28 anos, também passou com o filho Murylo Barbosa Muraro, de três anos. Ele teve diagnosticado um tumor de baixo grau no tronco, em julho do ano passado. De lá para cá, passou por cirurgia e sessões de radioterapia e quimioterapia.
''Primeiro ele se queixou de dor de cabeça, e eu achei muito estranho, porque criança normalmente não tem esse tipo de dor. Depois vieram os vômitos. Quando foi descoberto o tumor, foi a mesma coisa que 'tirar meu chão'. Mas, o pior já passou. Agora ele corre e brinca, e cada avanço é uma vitória'', afirma.(C.P.)

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