FMI pode não assinar carta de intenção com Equador
Quito, 20 (AE-DOW JONES) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) poderá não conceder uma carta de intenção com o Equador caso o país andino não cumpra com o seu compromisso de elevar a alíquota do imposto de valor agregado, afirmou um funcionário do Banco Mundial.
A carta de intenção é um pré-requisito para que o Equador tenha acesso a um programa de crédito stand-by de US$ 400 milhões - que vem sendo aguardado há 18 meses. "O acordo com o FMI exige aumento de imposto. Não vejo nenhuma outra possibilidade", disse Andres Solimano, diretor do Banco Mundial para as nações andinas, ao desembarcar ontem (19) na capital Quito.
De acordo com analistas de mercado, a tendência é de que o Congresso rejeite qualquer aumento no imposto de valor agregado, pois é dominado pelos partidos de oposição.





