O Cine-Teatro Ouro Verde ficou lotado anteontem à noite para a abertura da 32ª Mostra Regional/Nacional e Universitária do Festival Internacional de Londrina (Filo). A diretora do festival, Nitis Jacon, usou no discurso uma citação de Antonin Artaud - ‘‘O teatro é como a peste. Ou você morre dela ou sai fortalecido’’ - para falar dos 32 anos do Filo. Segundo ela, o festival é a semente de um novo projeto que se iniciará no ano 2000: o Festival de Todas as Artes. Este ano, o Filo homenageou os 30 anos do Grupo de Teatro Estudantil de Paranavaí, entregando ao presidente, Amauri Martineli, uma escultura do artista plástico Fernando Augusto. O representante do Ministério da Cultura (MinC), Joatan Vilela Berbel, afirmou que o Festival de Londrina é um dos mais importantes no Brasil. Já a Secretária de Estado da Cultura, Lúcia Camargo, comprometeu-se a estar ao lado do Filo no ano 2000. ‘‘Garanto que se não for mandada embora até lá, vou ter que gastar metade do orçamento da Secretaria com este evento no ano que vem’’. Estiveram presentes várias autoridades, entre elas, a secretária Municipal de Cultura, Ângela Marçal (representando o prefeito Antonio Belinati); o vereador Beto Scaff, representando a Câmara; o diretor da Casa de Cultura da UEL, Alcides Carvalho; o vice-reitor da UEL, Márcio José de Almeida; jornalista João Milanez; Walter Orsi, presidente da Acil; e Waldmir Belinati, diretor-administrativo da Sercomtel SA.

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