Beirute, 13 (AE-ANSA) - O filho do líder líbio Muamar Khadafi, Al-Saaidi, afirmou não querer atrair "empresas italianas nem britânicas, mas norte-americanas", apesar de a Itália ter sido o país que guiou o "crítico diálogo" com o governo de Trípoli durante os oito anos de sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) devido ao caso Lockerbie.
Al-Saaidi fez as declarações em entrevista publicada nesta quinta-feira (13) pelo jornal árabe internacional Asharq al-Awsat, na qual diz também que os "Estados Unidos são os melhores inimigos declarados e todos os temem".

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