Existem hoje 60 mil pessoas de Curitiba e Região Metropolitana na fila da Cohab. O tempo de espera é em média de seis a sete anos. O problema, de acordo com a presidente, é que há anos a Caixa Econômica Federal não tem liberado recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que possibilitariam novos financiamentos. A expectativa, segundo a presidente da Cohab, Tereza Oliveira, é que o atual governo federal adote uma nova política, que viabilize recursos para as famílias que ganham até três salários mínimos.
Desde 2001, início da gestão do prefeito Cassio Taniguchi (PL), segundo Teresa, a Cohab regularizou áreas que beneficiaram 16 mil famílias. Estão em andamento três projetos de urbanização com relocação de famílias, atingindo 4,3 mil famílias nas áreas de Xapinhal, Terra Santa, Bela Vista do Passaúna e Pantanal; obras de infra-estrutura na área conhecida como Audi-União, onde vivem 3 mil famílias. Ela salientou, ainda, o Programa Parceria, feito com a iniciativa privada e que entregou 337 lotes este ano para famílias de baixa renda, com prestações entre R$ 59 a R$ 70. A previsão é que outros 700 lotes sejam entregues este ano.

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