Rio, 24 (AE) - "O presidente Figueiredo, durante o regime militar, era um interlocutor de fácil acesso pela Igreja. Ele terminou a parte da transição (democrática). Só o fato de ter exercido a Presidência da República, apesar de ter tido falhas, como todo o ser humano, deve ser reconhecido. Ele colocou a Presidência em benefício da coletividade. Isso tem que ser reconhecido", disse, hoje, no Rio o cardeal dom Eugênio Sales.

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