Fiat: aliança não trará demissões15/Mar, 12:25 Por Carla Franco São Paulo, 15 (AE) - O superintendente da Fiat Automóveis na América Latina, Gianni Coda, disse hoje que a aliança entre a montadora italiana e a General Motors não vai resultar em demissões no curto prazo. "O nível de emprego pode aumentar, não diminuir", afirmou. De acordo com Coda, a Fiat já reestruturou seu quadro de funcionários no Brasil em razão da retração do mercado de automóveis nos últimos dois anos. O executivo apresentou hoje os nomes dos membros do comitê partidário que comandará a aliança Fiat-GM. O órgão contará com três representantes da Fiat e três da General Motors, e será presidido pelo superintendente mundial da Fiat, Paolo Cantarella e pelo presidente mundial da GM, Richard Wagoner. O comitê terá ainda a participação do superintendente da Fiat Auto, Roberto Testore; do presidente da GM Europ, Mike Burns; do presidente da GM na América Latina, áfrica e Oriente Médio, Richard Nerod e do próprio Gianni Coda, superintendente da Fiat Automóveis e responsável pela Fiat Auto na América Latina. A aliança industrial vai resultar na formação de duas parcerias para a Itália, dedicadas à área de compra de motores e câmbios. Segundo Coda, o comitê ficará encarregado ainda de estudar uma possível cooperação industrial entre as montadoras, como, por exemplo, uma eventual utilização da rede GM nos Estados Unidos para o retorno da marca Alfa Romeo ao mercado norte-americano. Ele citou também como possíveis oportunidades novas operações no mercado asiático e parcerias no segmento de veículos comerciais. "Todas as fábricas de motores e transmissão existentes na Europa e na América Latina vão ser 50% Fiat e 50% GM", observou o superintendente da Fiat. FIM

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