Marcos Zanatta
De Maringá
Os organizadores da 16ª Festa das Nações de Maringá, que termina hoje, no Centro de Convivência Comunitária, pretendem quebrar o recorde de refeições servidas e superar as previsões iniciais. A meta era chegar a 90 mil refeições, mas o movimento no primeiro final de semana e durante os últimos dias obrigou os organizadores a rever os números.
Apenas a barraca do pastel vendeu mais de 4 mil unidades em apenas três dias. As outras barracas juntas, no primeiro final de semana da festa chegaram a vender mais de 15 mil refeições. No ano passado, foram cerca de 60 mil refeições.
O sucesso da feira, segundo um dos organizadores, Jonas Lourenço, do Provopar de Maringá, é a diversidade. As 21 entidades assistenciais que participam montaram barracas com um cardápio variado.
A barraca das nações, que serve frutos do mar e o famoso acarejé baiano, serviu mais de 3 mil refeições nos primeiros dias da festa. Para dar o sabor especial, foi trazida de Salvador uma equipe de cozinheiros e baianas que fazem o acarajé. ‘‘As outras barracas também estão superando as expectativas’’, diz a presidente do Provopar, Neusa Gianoto.
Tem barreado, o prato típico do Paraná, frango com milho verde, eisbein com chucrute, sushi, sashimi, yakisoba, tabule, quibe, frango xadrez, peixe ao molho e assado na brasa, macarrão, pizza, porco no rolete, costela de chão, picanha, polenta e até o porco no tacho, prato típico de Maringá.
Fora das barracas, os visitantes podem assistir a shows e conhecer o artesanato local. A festa termina hoje com funcionamento das barracas a partir das 11 horas e encerramento com show de música sertaneja e da banda Apoteose.

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