Depois de tentar conseguir medicamentos nos postos de saúde, o casal Marlene Ferreira Domigues e Eden Zacharias (ela é doméstica e ele porteiro) passou a comprar em farmácias populares. Os medicamentos para o estômago geravam um gasto de R$ 50 por mês. Ontem, na farmácia popular eles compraram o que precisavam por R$ 17. ''Claro que se fosse gratuito seria melhor. Mas estou pagando bem menos agora'', comparou Marlene.
O estudante André Luís Duarte de Carvalho, de 17 anos, foi comprar remédio para hipertensão. O medicamento que estava sendo vendido nas farmácias por R$ 20, custou R$ 4. ''Não pensei que pudesse funcionar mesmo este programa. Acho que é um bom desconto para a gente. Vale a pena'', ponderou.
A agente penitenciária Julieta Siqueira Pascoal tentou comprar um medicamento para dor (dicrocenato potássico), mas não achou no posto de saúde, nem na farmácia popular. ''Eles não trabalhavam com este tipo de medicação. Não tinha nada similar que pudessem me indicar. Não tenho outra escolha. Terei que procurar uma farmácia comercial'', disse indignada.(L.P.)

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