Familiares e amigos se despedem de John-John com missa
Nova York, 23 (AE-AP) - Familiares e amigos mais próximos - entre os quais, o presidente americano, Bill Clinton, a primeira-dama, Hillary, e a filha deles, Chelsea - compareceram hoje (23) à missa, numa igreja de Nova York, em memória de John F. Kennedy Jr., da mulher dele, Carolyn, e de uma das irmãs dela
Lauren Bessette. Os três morreram no dia 16, quando o avião monomotor pilotado por John Jr. caiu perto da costa da ilha de Marthas Vineyard.
Os cadáveres foram retirados do mar só na quarta-feira, horas antes de serem cremados. Numa cerimônia, da qual participaram apenas os parentes mais próximos das vítimas, as cinzas delas foram lançadas perto do local da queda, em alto-mar, na quinta-feira. Em Nova York, onde John Jr. e Carolyn moravam, a missa, de aproximadamente uma hora e meia, foi oficiada na igreja católica St. Thomas More, para cerca de 350 pessoas. O padre Charles OByrne conduziu a cerimônia. A igreja foi escolhida por ser o local de oração preferido da mãe de John Jr.
Jacqueline Kennedy Onassis.
Após o serviço religioso, a família promoveu uma cerimônia de homenagens a John Jr. e às irmãs Bessette no Colégio Sagrado Coração, a algumas quadras da pequena igreja. Ali, Clinton entregou ao senador Edward Kennedy, tio de John Jr., um álbum de fotografias nas quais o jovem Kennedy e Carolyn - então recém-casados - participavam de um jantar oferecido na Casa Branca ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, no ano passado.
Além de Ted Kennedy, estavam presentes, entre os parentes de John Jr., a irmã, Caroline, e os primos Robert F. Kennedy e Maria Shriver, acompanhada do marido, o ator Arnold Schwarzenegger. Da família Bassette, participaram a mãe de Carolyn e Lauren, Ann, e o padrasto, Richard Freeman. Entre os convidados ilustres, estava o ex-campeão mundial de boxe Muhammad Ali, de quem John Jr. era fã.
Do lado de fora da igreja, os cidadãos comuns também prestavam sua última homenagem ao filho caçula de John F. Kennedy, o lendário presidente americano assassinado em 1963. Flores, cartões, bichinhos de pelúcia e mensagens foram colocadas ao redor do local. Durante toda a manhã, o público foi mantido à distância da igreja e da escola por agentes federais.





