Família critica decisão de PM do Rio
A família da professora Geisa Firmo Gonçalves, de 20 anos, assassinada no dia 12 de junho, na zona sul do Rio, no desfecho do sequestro do ônibus da linha 174, não concorda com a decisão da Polícia Militar fluminense de inocentar o soldado Marcelo de Oliveira Santos. O advogado da família, Delano Cruz, diz que vai entrar com um processo para rever a posição da Polícia. Houve imperícia do policial no caso e esta decisão demonstra corporativismo da PM, afirma Cruz. O soldado Marcelo pode não ter desejado matar Geisa, mas foi imprudente, diz a irmã Elizângela Gonçalves acrescentando que Geisa não era um cão sem dono. A família de Geisa ajuizou na 7ª Vara de Fazenda Pública do Rio uma ação cobrando do governador Anthony Garotinho uma indenização de R$ 900 mil por danos morais e materiais.





