Falta de provas impediu responsabilização por morte de calouro, esclarece USP
São Paulo, 21 (AE) - A Universidade de São Paulo enviou nota referente à reportagem sobre os acusados da morte de calouro, distribuída ontem pela Agência Estado, sobre o caso de Edison Tsung Chi Hsueh, de 22 anos, cujo corpo foi achado na piscina do clube da Faculdade de Medicina, em 23 de fevereiro. Por meio de sua Consultoria Jurídica, a USP esclarece que a sindicância administrativa não imputou a ninguém, por absoluta falta de provas, a responsabilidade pela morte de Hsueh e recomendou a instauração de processo administrativo disciplinar, não-concluído, contra quatro estudantes de medicina, imputando-lhes a prática de "inadmissíveis coações ou violências, físicas ou morais, que tiveram por pacientes outros alunos, que não Hsueh".





