Cu­ri­ti­ba - Os fa­bri­can­tes de ci­gar­ro te­rão 30 ­dias pa­ra apre­sen­tar um pla­no de ge­ren­cia­men­to de re­sí­duos ao Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Es­ta­dual (MP-PR). Oi­to em­pre­sas fo­ram no­ti­fi­ca­das, on­tem, pe­lo Cen­tro de ­Apoio Ope­ra­cio­nal (­Caop) às Pro­mo­to­rias de Pro­te­ção ao ­Meio Am­bien­te em au­diên­cia pú­bli­ca agen­da­da ­após ma­té­ria pu­bli­ca­da com ex­clu­si­vi­da­de pe­la Fo­lha de Lon­dri­na, mos­tran­do que a obri­ga­to­rie­da­de do re­co­lhi­men­to dos re­sí­duos é, por lei, do ge­ra­dor.
  Se­gun­do o coor­de­na­dor do ­Caop, ­Saint-­Clair Ho­no­ra­to dos San­tos, por se tra­tar de uma obri­ga­ção le­gal no Pa­ra­ná, as em­pre­sas não têm co­mo con­tes­tar. Ca­so não apre­sen­tem o pla­no, ­elas es­tão su­jei­tas a mul­ta de acor­do com o vo­lu­me da pro­du­ção. O MP-PR en­ca­mi­nha­rá o no­me da em­pre­sa ao ór­gão am­bien­tal com­pe­ten­te, no ca­so o Ins­ti­tu­to Am­bien­tal do Pa­ra­ná (IAP), que, por sua vez, apli­ca as pu­ni­ções ca­bí­veis.
  Com­pa­re­ce­ram à au­diên­cia pú­bli­ca re­pre­sen­tan­tes das em­pre­sas Phi­lip Mo­ris Bra­sil, Sou­za ­Cruz e ­Real Ta­ba­cos. As ­duas pri­mei­ras fo­ram con­tac­ta­das pe­la re­por­ta­gem, mas não de­ram re­tor­no até o fe­cha­men­to des­ta edi­ção. A ­Real Ta­ba­cos não foi lo­ca­li­za­da. Gol­den ­Leaf To­bac­co, Phoe­nix Ind. e Com. de Ta­ba­cos, Cia Su­la­me­ri­ca­na de Ta­ca­bos e Ca­bo­frien­se Ind. e Com. de Ci­gar­ros não com­pa­re­ce­ram à reu­nião, mas re­ce­be­rão a no­ti­fi­ca­ção por ofí­cio.

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