Fábrica de refino de sal sem previsão para retomar atividade
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Andréa Lombardo<br>Equipe da Folha 
Curitiba - A Romani Indústria e Comércio de Sal, em Paranaguá, ainda não tem previsão de quando poderá retomar suas atividades na fábrica de refino, segundo informou o advogado da empresa, Cleverson Marinho Teixeira. Ontem, começaram os trabalhos para recuperar parte do armazém onde é feito o refino do sal, que foi danificado pelo incêndio decorrente da explosão de quatro cilindros de gás, na última sexta-feira.
De acordo com Teixeira, a Romani não concluiu o levantamento dos danos, mas um diretor da empresa estimou em R$ 2 milhões o montante necessário para recuperar a estrutura física. Nesse valor, esclareceu o advogado, não estariam contabilizados os prejuízos com a paralisação na produção e os negócios que deixaram de ser realizados. A Ultragaz -empresa fornecedora do gás usado como combustível na fábrica-, segundo ele, irá disponibilizar uma unidade móvel de abastecimento para que a empresa possa voltar a produzir, até que a unidade fixa seja reconstruída.
Ontem, representantes do Corpo de Bombeiros, da Comissão Municipal de Defesa Civil e de assistência social da Ultragaz se reunirão para discutir o apoio às famílias que tiveram suas casas danificadas pela explosão.
O subcomandante do Corpo de Bombeiros de Paranaguá, capitão Jonas Emanuel, explicou que as causas do acidente estão sendo investigadas pelo Instituto Criminalística.
Os três feridos no acidente continuavam internados até o final da tarde de ontem. O estado clínico de dois deles, que estão no Hospital Evangélico, em Curitiba, ainda era considerado grave.


