Extremistas muçulmanos criticam o papa
Amã, 29 (AE-AP) - O principal grupo de oposição na Jordânia, a Frente de Ação Islâmica, criticou hoje (29) o papa João Paulo II por ter manifestado seu pesar em relação aos séculos de perseguição da Igreja Católica e dos cristãos aos judeus "sem ter pedido perdão aos muçulmanos, que têm sofrido e continuam sofrendo nas mãos de países e Exércitos supostamente ligados a Cristo".
Em sua recente recente visita à Jordânia, Israel e Cisjordânia
acusam os membros do movimento, o papa "não se desculpou, como fez com os judeus, pelas Cruzadas...e pela colonização ocidental e os contínuos saques da riqueza dos países islâmicos."
A Frente de Ação Islâmica é o braço político da Irmandade Muçulmana, que se opõe a um acordo de paz com Israel e defende a aniquilação do Estado judeu.





