Extravirgem evita barriga e previne câncer de mama
Outra notícia que causou frisson foi a que relaciona o consumo de azeite extravirgem à perda das medidas abdominais. Esse estudo foi realizado por cientistas da Espanha e Inglaterra, e publicado na revista ''Diabetes Care'', da Associação Americana de Diabetes. ''Chegaram à conclusão de que a ingestão de duas colheres de sopa dessa gordura monoinsaturada ajuda a evitar a formação da famosa barriguinha'', resume a nutróloga e endocrinologista Valéria Goulart, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
Quer mais? Uma pesquisa da Universidade Northwestern, de Chicago, demonstrou que o azeite extravirgem ajuda na prevenção do câncer de mama. Estudiosos constataram que o ácido oleico neutralizou a atividade do gene HER-2 (Human Epidermal Growth Factor Receptor 2), que é uma proteína relacionada à divisão e crescimento da célula normal. Suas propriedades também estimularam a eficácia do medicamento contra câncer de mama, chamado herceptina, ajudando a prolongar a vida de diversas pacientes.
Segundo Valéria, o ácido oleico reforça a membrana das células, muda sua composição e contribui para regular os genes. ''Quem consome azeite de oliva mais de uma vez ao dia tem 25% menos riscos de desenvolver câncer de mama, também graças às concentrações de polifenóis e vitaminas A, D, K e E'', informa a especialista.
Para a nutróloga, o ideal é ingerir o azeite extravirgem in natura, acrescentando-o à comida ao final do preparo. Pode ser usado em cozimento, desde que no fogo brando e por pouco tempo. Isso porque, quando as gorduras são submetidas a temperaturas muito altas, desidratam-se e perdem qualidade.'' (Agência Estado)





