No Brasil, três em cada mil crianças possuem algum tipo de deficiência auditiva. Sendo assim, os pais devem ficar atentos e realizar o exame que identifica o problema ainda nos primeiros dias de vida do bebê. A deficiência auditiva, se não for tratada, pode acarretar em problemas na fala, alfabetização e sociabilidade.
Quando a deficiência é diagnosticada precocemente, dificuldades na comunicação oral e até o risco de a criança ficar muda podem ser evitados. O pequeno aprende a falar ouvindo, portanto, a fala é prejudicada devido à falta de estímulo pela audição.
Exposição constante à poluição sonora pode prejudicar o sistema auditivo dos pequenos. Quedas graves ou traumas ocasionados por ruídos muito fortes também podem levar a perdas auditivas parciais ou totais.
Há ainda a questão da acomodação auditiva em decorrência da exposição contínua a sons excessivamente altos.
''Isso não representa uma perda imediata, mas pode levar a futuros problemas auditivos'', explica a audiologista Sabrina Lechugo Siqueira.

Zero a três
O período mais importante para o desenvolvimento da fala e da linguagem é nos primeiros três anos. Por isso, os problemas auditivos devem ser detectados o mais cedo possível.

Três a Seis
A criança começa a frequentar as aulas e pode apresentar problemas de socialização. Os pais também devem ficar alertas quando a criança só reage quando falam alto com ela.

Seis a Nove
Cuidado com a exposição do seu filho a ruídos constantes, como TV e aparelhos de som em volume muito alto. A audição vai sendo comprometida gradativamente.

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