Curitiba - O Hospital Evangélico de Curitiba reabriu ontem o setor que abrigava a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Geral, fechada há 13 dias, quando veio a público as denúncias de antecipações de morte de pacientes investigadas pela Polícia Civil. A UTI geral, que era comandada pela médica Virgínia Helena Soares de Souza, foi reformada e nomeada como UTI I. A UTI cirúrgica dá lugar às unidades de tratamento II e III.
Com dez leitos cada, a capacidade de leitos sobe para 30 leitos no total. Uma nova equipe técnica, com 15 médicos e 41 profissionais de enfermagem e de apoio, será coordenada por Hipólito Carraro Júnior e Marcelo Oliveira Santos.
Virgínia, presa desde 19 de fevereiro, foi transferida para uma cela especial do Centro de Triagem I, em Curitiba. Ela estava na Penitenciária Feminina de Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba). O advogado Elias Mattar Assad também informou que o pedido de habeas corpus de sua cliente pode ser pautado para julgamento na próxima quinta-feira, no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). O Ministério Público deve conceder entrevista coletiva na segunda para anunciar se denuncia ou não à Justiça a médica Virgínia e os demais acusados.

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