WASHINGTON - Um pedido formal para a suspensão da imunidade do diplomata da Geórgia Gueorgui Makharadze, acusado de provocar a morte da brasileira Joviane Waltrike, de 16 anos, em um acidente de carro em Washington, foi protocolado ontem no departamento de Estado norte-americano.
Há cerca de um mês, o presidente georgiano Eduard Shevardnadze afirmara estar preparado para levantar a imunidade diplomática de Makharadze para que ele pudesse ser processado nos EUA, onde, caso seja considerado culpado, poderá receber uma pena de até 30 anos de prisão. A decisão do governo de Tbilissi, no entanto, ainda não foi tomada.
À época do acidente, a revista ‘‘Newsweek’’ publicou uma matéria revelando que testes mostraram que o diplomata apresentava nível de álcool no sangue acima do permitido pela lei.
Para a polícia, álcool e alta velocidade possivelmente motivaram o acidente. Makharadze, de 35 anos, dirigindo a mais de 80 quilômetros por hora, bateu em um carro que estava parado em um semáforo, no centro da capital. A força da colisão atingiu outros três carros, provocando a morte de Joviane.
Preferência - O chanceler brasileiro, Luis Felipe Lampreia, afirmou à agência de notícias italiana Ansa que prefere a Itália a Portugal, declaração que ocupa a primeira página do jornal ‘‘Diário de Notícias’’ de Lisboa.
‘‘O Brasil prefere a Itália como porta de entrada para a Europa; o país se identifica com a Itália e com os italianos para aproximar-se da União Européia’’, diz a manchete do jornal português, que não esconde sua irritação com as declarações feitas pelo chanceler brasileiro.

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