EUA concordam em permitir retorno de ativista italiana a seu país
Roma, 11 (AE-AP) - Em um gesto de boa vontade, os Estados Unidos concordaram nesta sexta-feira (11) com um antigo pedido da Itália para permitir que uma cidadã sua volte para seu país para terminar de cumprir uma sentença.
A decisão, anunciada pelo embaixador norte-americano Thomas Foglietta, parecia ser uma recompensa à Itália por seu apoio à Otan durante o conflito em Kosovo, assim como uma maneira de amenizar a tensão sobre o inocentamento de um piloto militar norte-americano que causou um acidente com 20 mortos em um estação de esqui italiana no ano passado.
"É um grande dia", disse o ministro da Justiça italiano Oliviero Diliberto. "O governo trabalhou neste caso desde o dia em que jurou."
Silvia Baraldini, de 51 anos, foi julgada por sequestro e tentativa de latrocínio em 1983, mesmo sem ter participado diretamente de nenhum ato considerado terrorista.
A sentença de 43 anos de prisão foi dada depois de ela recusar-se a responder questões em um grande júri sobre terrorismo esquerdista, sendo condenada por conduta criminosa. Ela está cumprindo seu 16º ano de sentença em uma prisão em Danbury, Connecticut.





