Levantamento feito em São Paulo mostrou que 64% das áreas com águas contaminadas têm relação direta com postos de combustíveis. O engenheiro químico e auditor ambiental Edson Menezes disse que não é difícil para empresário controlar o funcionamento adequado das bombas de combustível. Vários equipamentos seguros são disponibilizados para fazer a medição de vazamentos no solo. ''Temos que agir para transformar em prática as ações em defesa do meio ambiente'', disse.
O professor Patrício Peralta Zamora, do Departamento de Química da Universidade Federal do Paraná (UFPR), disse que as consequências do vazamento de resíduos de combustíveis no solo são desastrosas e perduram por mais de seis anos no meio ambiente. ''A atenuação natural é um risco e até uma irresponsabilidade'', salientou.(L.P.)

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