Estudo demonstra que dieta alimentar não é suficiente
O ácido fólico é uma vitamina que pode ser encontrada em muitos alimentos, como o feijão, alface, couve, brócolis, laranja e fígado. Mas estudos demonstram que a ingestão dela apenas na dieta alimentar pode não reduzir os riscos de malformações. Desde o ano passado, por determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), as farinhas de trigo e de milho também contêm o folato. Ainda assim, por precaução, os médicos recomendam a suplementação da vitamina para mulheres que pretendem engravidar.
No mercado, ela é vendida em doses de 2 mg e 5 mg. De acordo com o gastroenterologista Dan Waitzberg, professor da Faculdade de Medicina da USP, por se tratar de uma vitamina hidrossolúvel, o excesso de ácido fólico é eliminado pela urina e não há estudos que demonstrem efeitos tóxicos à mulher ou ao bebê. Mesmo assim Parreira faz uma ressalva: ''A sobrecarga não é bom porque pode mascarar outros problemas, como a anemia por falta da vitamina B12''.
O folato também pode ser útil na prevenção de malformações do trato geniturinário, problemas cardíacos e Síndrome de Down (leia texto na página). (C.P. com Agência Estado)





