ESTUDO - Violência contra a mulher preocupa OMS
Todos os agentes sociais devem agir com urgência na prevenção da violência doméstica contra a mulher uma situação muito comum e profundamente enraizada , apesar de ocultada na maioria das vezes. O alerta foi feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que apresentou na semana passada relatório sobre a saúde das mulheres e a violência doméstica.
O estudo foi realizado entre 2000 e 2003 em 10 países: Brasil, Peru, Bangladesh, Etiópia, Japão, Namíbia, Tanzânia, Samoa, Sérvia e Montenegro, e Tailândia. Os números são preocupantes, concluiu a OMS.
Entre 15% das mulheres ouvidas no Japão e 71% na Etiópia foram vítimas alguma vez na vida de violência física ou sexual por parte de seu parceiro, ou dos dois tipos. Estas brutalidades causaram traumas físicos em uma proporção que oscila entre 19% na Etiópia e 55% no Peru.
Com bastante freqüência, as equipes da OMS perceberam que foi a primeira vez que as mulheres entrevistadas puderam falar abertamente sobre a violência praticada pelo marido ou companheiro, com a agravante de estas agressões serem consideradas normais em algumas sociedades.
O relator especial da ONU sobre a violência contra a mulher, Yakin Ertürk, disse que o estudo questiona a idéia de que o lar é o local de mais segurança, ao demonstrar que é justamente onde as mulheres são mais expostas à violência. Ertürk concluiu: O fenômeno da violência contra a mulher é uma vergonha para os países que não conseguem preveni-la e para as sociedades que a toleram.
Antigamente chamada Samoa Ocidental, é um estado independente da Polinésia, constituído pelas duas ilhas ocidentais (e maiores) das Ilhas Samoa: Savaii e Upolu. O seu vizinho mais próximo é a Samoa Americana, ao leste, e os restantes são Tonga, ao sul, Tuvalu a noroeste, Wallis e Futuna a oeste e Tokelau ao norte. Sua capital é Apia.
É a agressão, franca ou velada que um membro da família submete os demais. Existem vários tipos que caracterizam essa violência: física (bater, beliscar, empurrar, chutar), psicológica (xingar, humilhar, agredir com palavras), abuso sexual, negligência e o abandono.
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