Curitiba - Apesar de parecer simples, as audiências na PPC só são possíveis porque os professores e principalmente os estudantes do curso de direito da UTP fazem a triagem dos casos e o encaminhamento de toda a documentação referente aos processos meses antes das audiências. ''Os alunos, junto com as assistentes sociais, fazem a seleção, entrevistam os presos, fazem contato com a família e orientam como obter toda a documentação necessária. Daí encaminham para a pauta de audiências'', explica a coordenadora do curso de direito da UTP, Ana Margarida de Leão Taborda.
Depois de consumada a audiência na prisão, a família do preso precisa apenas levar a documentação a um cartório para averbar (último registro legal) a decisão. ''Quem nós vemos que vai ter dificuldade de ir até o cartório fazer isso também auxiliamos'', afirmou Ana Margarida. Além disso, os alunos da Universidade presta assessoria jurídica aos presos que possuem casos de litígio (brigas), que não podem ser resolvidos nas audiências. ''Tudo isso contribui para formação acadêmica e também humana dos nossos alunos'', finaliza a professora.(A.B.)

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