Estudantes de Tamarana comemoram aprovação
A repercussão das cotas já chega também a cidades vizinhas, como Tamarana (62 km ao sul de Londrina), onde a única escola de ensino médio do município, o Colégio Estadual Maria Cintra de Alcântara, enfrentava problemas estruturais sérios até meados do ano passado.
A situação foi mostrada na Folha, o prédio recebeu benfeitorias e a diretora, Juliane Aparecida de Paula, espera mais reformas para este ano. Mesmo em condições adversas, dois entre os 500 estudantes do ensino médio foram aprovados no vestibular da UEL.
''A distância ainda é grande mas (as cotas) podem contribuir porque fazem com que o aluno, tanto da escola pública quanto da particular, tenham condições semelhantes de acesso à universidade'', observa. E a diretora estima, que quanto mais aprovados, mais secundaristas vão começar a valorizar a educação superior. ''Em Tamarana, o povo é carente e não tem muitas opções. As aprovações fazem com que os alunos se esforcem mais, pois vêem que têm chances de estudar em uma instituição gratuita'', conclui.(L.A.)





