ESTIMATIVA - Brasil deve ter 576 mil novos casos de câncer
No próximo ano, 576 mil pessoas devem ter algum tipo de câncer no Brasil. Este dado, divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e pelo Ministério da Saúde (MS), faz parte da publicação "Estimativa 2014 - Incidência de Câncer no Brasil". A maior parte será de pele não melanoma (182 mil), o tipo que é mais frequente na população, mas apresenta menor gravidade e baixa mortalidade.
Com exceção do câncer de pele, serão 394.450 novos casos no País, que vão acometer 204 mil homens e 190 mil mulheres. A maior incidência entre os homens é o câncer de próstata (68,8 mil), seguido de pulmão (16,4 mil) e cólon e reto (intestino) com 15 mil. Já no caso das mulheres a maior incidência é de câncer de mama (57,1 mil), cólon e reto (17,5 mil) e pulmão (15,5 mil).
Por região, a Sudeste é a que deve ter o maior número de casos (299,7 mil), seguida das regiões Sul (116,3 mil), Nordeste (99 mil), Centro-Oeste (41,4 mil) e Norte (20 mil). Os dados do estudo vão ser utilizados como base para novas políticas públicas na área de oncologia no Brasil e também são válidos para 2015. Os dados por Estado, conforme o Inca, estarão disponíveis a partir de fevereiro de 2014.
Em toda a região Sul, conforme os números do estudo, serão 66.540 casos de câncer no próximo ano, sendo 22,4 mil de pele não melanoma. Depois deste, a doença com maior incidência entre os homens será o câncer de próstata, que deverá atingir 12,8 mil pacientes, seguido dos casos de pulmão (4,7 mil) e cólon e reto (intestino), com 2,8 mil. Já em relação às mulheres, a região Sul terá 10,3 mil casos de câncer de mama, 3,1 mil de cólon e reto e 3,1 mil de pulmão.
É o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo
No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%
O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional





