Washington, 08 (AE-ANSA) - A Casa Branca lança uma ofensiva contra os poderosos fabricantes de armas norte-americanos e prepara um processo em seu prejuízo, acusando-os de armar e vender produtos que facilitam atos violentos.
O governo federal apresentará a denúncia em nome dos residentes de casas populares pertencentes ao governo, afirmando que esses cidadãos, os mais pobres dos Estados Unidos, são as principais vítimas da violência facilitada pelo comércio selvagem de armas.
A Casa Branca pretende induzir fabricantes a negociar medidas restritivas com autoridades comunitárias que já promoveram dezenas de denúncias similares.
O objetivo é punir fabricantes menos escrupulosos e preservar os mais conscienciosos, de acordo com o secretário da Habitação, Andrew Cuomo, e o conselheiro de Clinton para política doméstica
Bruce Reed.
As ações seriam dirigidas às empresas que vendem armas irrresponsavelmente, sem importar-se que elas caiam em mãos de bandidos ou crianças.
No entanto, o Congresso, onde fabricantes de fuzis e pistolas têm importantes aliados, deveria sancionar medidas de restrição ao comércio e ao uso.
Deputados e senadores, na maioria republicanos, rechaçaram no passado as propostas sobre o assunto feitas pelo presidente Bill Clinton. Não ficou claro quando a denúncia será apresentada.

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