Curitiba - Além da pesquisa sobre a tendência demográfica dos municípios, o IBGE divulgou dados estaduais sobre alfabelização, união entre casais, família, fecundidade, raça e religião. Em 2000, o Paraná se caracterizou como um dos estados brasileiros onde menos se encontra pessoas solteiras, onde existe um dos maiores números de união entre casais oficializadas tanto no civil quanto no religioso e onde se encontra boa parte dos domicílios compostos por pais e filhos (75% do total em 2000) família nuclear ou pais, filhos e algum outro parente (15,4% do total em 2000) família estendida.
Perdendo apenas para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o Paraná possui um média de 29% da população maior de 15 anos solteira. Em 1991, a média era a mesma. No Brasil essa proporção, calculada em 2000 pelo IBGE, é de 34%. A média brasileira de solteiros, em 1991, era de 32%. O número de casamentos realizados tanto no civil quanto na Igreja diminuiu de 70% para 60% no Estado entre 1991 e 2000, mas mesmo assim só perdeu para Minas Gerais e Santa Catarina em 2000. No Brasil, 49,5% dos casais tinham a união oficializada dessa forma em 2000. A união consensual no Paraná aumentou de 12,5% para 21,4% entre 1991 e 2000. Apenas Piauí e Minhas Gerais têm índices menores que o Paraná.
Outros dados do IBGE mostram que a taxa de fecundidade no Estado caiu de 2,6 filhos por mulher em 1991 para 2,3 em 2000. Na área urbana essa taxa era de 2,2 em 2000 e de 2,9 na zona rural. É interessante ressaltar também a taxa de alfabetização do paranaense, que está acima da média nacional. (A.B.)

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