Handebol, volei e taekwondo - as práticas esportivas são bem diferentes, mas o problema nos joelhos de Paula, Larissa e Graziele foi o mesmo, rompimento do ligamento cruzado anterior. A lesão é bastante comum em atletas, especialmente em mulheres, e o único tratamento é cirúrgico.
Atleta do taekwondo há 10 anos, Paula Caroline da Cruz, de 18 anos, perdeu a chance de disputar uma vaga na reserva da seleção que vai às Olimpíadas da China este ano. ''Não tive a oportunidade nem de tentar, fiquei arrasada'', conta. Ela sofreu a lesão em janeiro deste ano durante um treino, passou pela cirurgia em fevereiro e só deve voltar a treinar, em ritmo leve, daqui a dois meses. ''Para voltar ao nível que eu estava, vai um ano'', afirma.
Larissa Reginato Lima, de 16 anos, se lesionou em fevereiro durante um treino de volei, esporte que pratica há seis anos. A cirurgia aconteceu pouco mais de 20 dias depois. ''Quero voltar o quanto antes. É terrível ver meu time jogar e não poder fazer nada'', diz.
No handebol, Graziele dos Santos de Souza, de 15 anos, rompeu o ligamento do joelho em novembro do ano passado e ficou apavorada com a cirurgia. ''Eu só chorava quando soube da cirurgia e emagreci nove quilos. Perdi jogos importantes e a chance de viajar por causa do joelho'', conta ela, que só deve voltar a treinar ''em julho ou agosto'' .
Todas as três passam por sessões de fisioterapia e terão que fortalecer a musculatura na região do joelho para evitar novas lesões.(C.P.)

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