Londrina - A aposentada Ivone Vaz da Silva, de 73 anos, estava no Terminal Central quando passou mal e foi encaminhada por funcionários do local para o Pronto-Atendimento Municipal na manhã de ontem, mas demorou mais de sete horas para conseguir ser atendida. Ela revela que chegou ao local por volta das 9h30, mas não tinha sido examinada por médico algum até às 16h30.
''Eu já sofri duas cirurgias do coração e fiquei sem almoçar porque estava com medo de perder a minha vez'', revelou. Outros pacientes, como a diarista Ester dos Santos, 71, também relataram que esperaram várias horas para serem examinados.
O diretor executivo da Secretaria de Saúde, Adilson Castro, disse ontem que acredita que ninguém tenha ficado sem atendimento. ''Todos os pacientes passam por uma triagem em que é feita uma avaliação de risco, em que os casos mais graves são atendidos primeiro, mas ninguém fica sem atendimento'', disse.

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