São Paulo- Especialistas em segurança patrimonial surpreenderam-se com a facilidade com que os criminosos entraram na caixa-forte do Banco Central de Fortaleza. Para eles, as falhas no sistema de monitoramento, que não acusou o rompimento do piso nem a movimentação de pessoas no local, são consideradas gravíssimas. ''Devido ao alto valor guardado (cerca de R$ 150 milhões), eles deveriam ter um sistema eletrônico moderno e funcionando perfeitamente. Assim, seria possível detectar impactos como a quebra do piso e a movimentação dos ladrões dentro do cofre'', afirma José Jacobson Neto, diretor da GP, uma das maiores empresas de segurança privada do país, e presidente do Sesvesp, o sindicato da categoria em São Paulo.
Como o assalto ocorreu no final de semana mas só foi descoberto na segunda-feira, Neto acredita que os ladrões sabiam das falhas na segurança. ''Ou então foram ajudados por algum funcionário do banco ou da empresa que fazia a segurança patrimonial'', diz.

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