Londrina – Quem já participou do Ciências sem Fronteiras garante que a experiência vale a pena. Jeferson Shigaki, de 23 anos, se formou em Arquitetura na UEL no fim do ano passado e entre 2012 e 2013 estudou na Universidade de Salford, na Inglaterra. "Valeu pela experiência pessoal e abriu um horizonte na área que eu queria seguir", conta. Shigaki hoje cursa mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A vivência que eu tive com pesquisadores me fez enxergar que há um campo vasto no Brasil e ainda pouco explorado. Lá a tecnologia desenvolvida sai do papel", comenta.
Já Ivan Taiatele, de 23, graduando em Engenharia Ambiental na UTFPR, ressalta que um dos pontos que mais chamou a sua atenção foi a dinâmica diferente implementada na Universidade do Oeste da Austrália (UWA). "Lá tem muito menos aulas presenciais e disciplinas por semestre e muito mais trabalho e pesquisa, o que faz com que o estudante desenvolva uma responsabilidade maior e aprenda a lidar com o tempo. Apesar disso, a qualidade de ensino é superior", destaca.
Taiatele acredita que o intercâmbio lhe dará uma vantagem em relação aos companheiros de sala. "No mercado de trabalho, as empresas valorizam quem é pró-ativo, tem liderança e independência. Na carreira acadêmica, os contatos que fiz lá podem me auxiliar em um futuro mestrado e doutorado", acredita.
Os 21 países de destino do CSF são: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido e Suécia.(L.F.C.)

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