Escutas clandestinas
De acordo com o promotor da PIC, João Milton Sales, as investigações das escutas clandestinas tiveram origem em outro caso: o do homicídio do bicheiro Almir José Hladkyi Solarewicz, em setembro de 2000. A partir dessa investigação, descobriu-se o uso de interceptação ilegal. Com quais finalidades eram feitas as interceptações, a PIC, ainda, irá confirmar com a análise do material apreendido, informou o promotor. Sales acredita, no entanto, que se tratavam de investigações particulares de cunho pessoal e, até mesmo, espionagem industrial.
Uma fonte ligada a Rasera disse que ele estranhou o fato de o mandado de prisão ter sido expedido pela Justiça de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, e que tem receio de que sua prisão seja usada politicamente.
O filho de Rasera, o sargento da Polícia Militar (PM), Luciano Rasera, esteve no escritório onde os promotores e policiais do Cope faziam a apreensão de materiais. Ele havia ido buscar os documentos do pai para constituir um advogado.(A.L.)





