Londrina - No dia 7 de abril de 2011, um ex-aluno entrou em uma escola municipal em Realengo, no Rio de Janeiro, matou 12 crianças e feriu outras 12. Um ano depois da tragédia, a FOLHA circulou por algumas instituições de ensino de Londrina para verificar como está a segurança e o controle de acesso de estranhos. O resultado é preocupante. Nas três escolas municipais e nas três estaduais de várias regiões escolhidas a Reportagem não encontrou dificuldades para entrar.

Em todas elas verificou-se a existência de grades, portões de aço, cadeados e muros. O problema é que ninguém barrou a Reportagem - não houve pedido de uma documentação de identificação sequer.

Para convencer os funcionários da portaria a Reportagem alegou que precisava transferir suas filhas de Presidente Prudente (SP) para Londrina e que precisava conhecer antes as escolas. Em algumas não houve nem a necessidade de falar nada para que a entrada fosse autorizada.

Leia mais na reportagem de Vitor Ogawa

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