Equipe torce por patrocínio
O grupo de montanhistas teve que enfrentar muita neve. Camadas de neve se formaram e chegavam até o joelho, lembrou o dentista, que mede mais de 1,80 metro. Usando roupas isolantes ao frio, botas com crampons (artefato com ponta que permite escalar na neve) e picaretas, eles iniciaram a subida. A roupa protegia, mas no final da escalada parte do rosto ficou rachada pelo frio. Não era possível assoar o nariz, porque estava assado pelo vento gelado, contou.
Com 20 quilos diários nas costas, eles foram escalando devagar. O treinamento feito durante um ano, com caminhadas, participação de maratonas e escaladas nas montanhas da Serra do Mar foi essencial para manter o ritmo da subida, afirmou o montanhista.
No dia 19 de fevereiro, após vencer uma glaciar (língua de neve), que formava um tobogã de quase mil metros de distância, eles chegaram ao cume. Com a conquista dessa montanha, espero que consigamos um patrocínio completo, torce. Para escalar o Pissis, cada montanhista desembolsou US$ 2 mil. A quantia seria maior se empresas como a Nutrimental, Mont Blanc e Snake não tivessem fornecido material ou alimentos.(I.R.)





