Epidemia também assombra população acima de 60 anos
Hoje, viver com Aids não é uma sentença de morte. É uma doença complexa e de tratamento difícil, mas que está disponível. Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhores são as condições de vida das pessoas portadoras do vírus ou que desenvolvem a doença.
Mariângela alerta que a epidemia de Aids no Brasil assombra não apenas adolescentes e jovens, mas também a população acima de 50 anos e, sobretudo, acima dos 60 anos.
É um grupo populacional que não cresceu usando preservativo e que, hoje, não percebe o risco. Enquanto o jovem aumentou o uso do preservativo, isso cai radicalmente à medida que aumenta a idade.
Para o coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids), Pedro Chequer, o Brasil apresenta cerca de 1/3 da população já testada - índice considerado alto e pouco encontrado em países em desenvolvimento. Ainda assim, ele reforça que o estímulo ao teste deve ser mais intenso.





