''Enterrar os animais em terrenos baldios é um crime, pois podem contaminar o solo, a água e até o Aquífero Guarani'', diz Elis Regina. Até anteontem, 15 serviços funerários tinham sido feitos, além de 20 serviços de táxi (R$ 25, para ida e volta).
''Está superando as minhas expectativas'', afirma Elis Regina. A empresa também já está fazendo contratos de terceirização com as pet shops e clínicas veterinárias (existem cerca de 350 na cidade, somando-se as duas áreas).
Durante a pesquisa do ramo, segundo Elis Regina, 90% desses possíveis parceiros aprovaram a idéia dos serviços. ''Não entrei de gaiata num navio, não'', garante ela.
E as sócias ainda vão investir na informação à população, distribuindo panfletos e folders nas ruas e avenidas. No site a meta ainda é divulgar feiras de animais, vendas, adoções e namoros (para cruzamentos) de animais de estimação.
A partir de fevereiro, Elis Regina ainda espera que a Câmara de Ribeirão
Preto abra espaço para a criação de um cemitério para os animais de estimação (já existem similares em São Paulo, Campinas e Piracicaba). Ela já colhe assinaturas em abaixo-assinados para isso.
Uma vereadora se comprometeu a colocar a idéia em discussão. Cerca de 15 animais domésticos morrem diariamente em Ribeirão Preto, que tem cerca de 70 mil cães e gatos.(B.H./A.E.)

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