Ensino médio também passará por unificação
Além do ensino superior, os currículos do ensino médio dos países do Mercosul e seus associados também passarão por integração. Em dois meses, os seis países concluirão um projeto para a difusão das línguas portuguesa e espanhola no bloco. Escolas brasileiras passarão a oferecer o espanhol, enquanto o espanhol será ensinado nas escolas de Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia.
No Brasil, projeto que cria a obrigatoriedade do ensino de espanhol no 2º grau está tramitando no Congresso. O projeto prevê que as escolas cumpram a lei em, no máximo, cinco anos após a sua promulgação.
Além do ensino unificado das línguas faladas no bloco, já foi assinado protocolo de intenções para adotar a equivalência dos ensinos médio e profissionalizante. Entre os seis países, apenas no Brasil o tempo de duração dos cursos fundamental e médio é de 8 anos. Nos demais, a duração é de 9 anos.
Desigualdades como essa impedem que um aluno seja transferido entre escolas desses países para uma turma equivalente à que cursava no seu local de origem. Mesmo assim, a equivalência não significará uma unificação curricular, considerada impossível de ser praticada.





