Energia da UFMT é cortada por falta de pagamento
Agência Estado
De Cuiabá
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) atravessa uma crise sem precedentes desde a sua fundação, em 10 de dezembro de 1970. A luz da instituição foi cortada na última sexta-feira por falta de pagamento há três meses. O débito é de R$ 350 mil. Oito mil alunos estão sem aulas e não há previsão de retorno. Além do corte de luz, a UFMT deve R$ 2,4 milhões a fornecedores. O reitor Fernando Nogueira cobra do governo federal uma verba de suplementação de R$ 1 milhão para o pagamento das contas.
O corte feito pela Rede Cemat (a companhia estadual de energia) aconteceu na no dia da solenidade de colação de grau de mais de 20 cursos da instituição. Há menos de um mês, o reitor Fernando Nogueira teve que contornar a suspensão dos serviços de asseio, conservação e segurança.
A perspectiva é de que o governo estadual pague a conta, pois deve à universidade mais de R$ 1 milhão. Mas, segundo o reitor, a dívida não está sendo reconhecida por envolver várias secretarias.





