Curitiba - As empresas Brasbin Comercial, Importação, Exportação e Serviços Ltda. e Rebin Eletrônica Ltda., que haviam instalado máquinas de videoloteria em bingos de Curitiba, querem seus equipamentos de volta. O maquinário foi apreendido, anteontem, na operação conjunta das políciais Civil e Militar, que lacrou sete das oito salas de jogos vistoriadas na Capital.
A assessoria jurídica da empresa vai pedir ao juiz da Central de Inquéritos que reconsidere os mandados de busca e apreensão que expediu, permitindo o recolhimento das máquinas. O advogado da Brasbin e Rebin, Felinto Teixeira, disse acreditar que o juiz desconhecia a decisão da 3 Vara Federal do Espírito Santo que, em janeiro de 2000, concedeu liminar autorizando as empresas a manterem atividades de locação e exploração de suas máquinas.
Teixeira disse que, antes de instalar os equipamentos em Curitiba, as empresas tiveram o cuidado de informar as autoridades policiais e o Serviço de Loterias do Paraná (Serlopar), por meio de correspondência, sobre a existência da decisão judicial. A mesma providência foi tomada pelos advogados do Sindibingo. Segundo Teixeira, caso o juiz não reconsidere os mandados, será movida uma outra ação que o ''faça cumprir uma decisão que é de âmbito nacional''.

mockup